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Eu argumento que as análises do discurso racial(izado) e dos processos de políticas na educação devem enfrentar o desprezo cultural e o desgosto pela negritude. Este artigo explica como uma teorização da antinegritude permite identificar e responder de maneira mais precisa ao racismo no discurso educacional e na formação e implementação de políticas educacionais. Sustento que, profundamente enraizado nos discursos de políticas racializadas, não há apenas uma preocupação com a desproporcionalidade ou desigualdade, mas também uma preocupação com os corpos das pessoas negras, a significação da (sua) negritude e a ameaça que a negritude representa para o bem-estar educacional de outros estudantes. Usando a (des)segregação escolar como exemplo, demonstro como o discurso das políticas é informado pela antinegritude e considero o que uma conscientização sobre a antinegritude significa para a política e prática educacional.
Michael J. Dumas (Mon,) estudou esta questão.
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