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A fibrilação atrial (FA), a arritmia mais comumente diagnosticada, afeta uma porcentagem notável da população e constitui um importante fator de risco para eventos tromboembólicos e outras condições cardíacas. A fibrose desempenha um papel importante no início e na perpetuação da FA através de processos de remodelação estrutural e elétrica. Várias vias moleculares estão envolvidas na modificação do substrato atrial e na subsequente manutenção da FA. Nesta revisão, pretendemos recapitular as vias moleculares subjacentes que levam à fibrose atrial e indicar as lacunas existentes na complexa interação entre a fibrose atrial e a FA.
Xintarakou et al. (Fri,) estudaram essa questão.