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O estresse oxidativo é um fenômeno causado por um desequilíbrio entre a produção e a acumulação de espécies reativas de oxigênio (ROS) nas células e tecidos e a capacidade de um sistema biológico de desintoxicar esses produtos reativos. As ROS podem desempenhar, e de fato desempenham, vários papéis fisiológicos (ou seja, sinalização celular), e normalmente são geradas como subprodutos do metabolismo do oxigênio; apesar disso, estressores ambientais (ou seja, UV, radiações ionizantes, poluentes e metais pesados) e xenobióticos (ou seja, medicamentos antiblásticos) contribuem para aumentar significativamente a produção de ROS, causando, portanto, o desequilíbrio que leva a danos celulares e teciduais (estresse oxidativo). Vários antioxidantes têm sido explorados nos últimos anos por seu efeito benéfico real ou suposto contra o estresse oxidativo, como a vitamina E, flavonoides e polifenóis. Enquanto tendemos a descrever o estresse oxidativo apenas como prejudicial para o corpo humano, é verdade também que é explorado como uma abordagem terapêutica para tratar condições clínicas como o câncer, com um certo grau de sucesso clínico. Nesta revisão, descreveremos as descobertas mais recentes no campo do estresse oxidativo, destacando tanto seus lados ruins quanto bons para a saúde humana.
Pizzino et al. (2017) estudaram essa questão.
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