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O mecanismo pelo qual a clonidina suprime a liberação de renina foi investigado em ratos conscientes. Essa supressão foi estudada por meio de intervenções autonômicas selecionadas em conjunto com mudanças no equilíbrio de sódio. A atividade da renina sérica e a pressão arterial direta foram monitoradas. A administração de clonidina suprimia a liberação basal (em 68-85%), induzida por diurético (em 89%) e mediada pelo sistema nervoso simpático (em 75-100%). O bloqueio colinérgico, ganglionar e de neurônios simpáticos periféricos não impediu esse efeito inibitório da clonidina. Esses resultados indicam um local de ação periférico para a supressão da liberação de renina pela clonidina. O fármaco bloqueador alfa-adrenérgico fentolamina impediu a supressão da liberação de renina pela clonidina em ratos com depleção de sódio e foi parcialmente eficaz em ratos normais. A fentolamina bloqueou a diminuição de renina causada pela clonidina em ratos com bloqueio ganglionar. A clozapina, um novo agente neuroleptico com atividade bloqueadora alfa-adrenérgica, ou a fenoxibenzamina bloquearam o efeito da clonidina na liberação de renina tanto em ratos com depleção de sódio quanto em ratos normais. Após o bloqueio ganglionar em ratos com depleção de sódio, a clonidina causou uma supressão significativamente maior da liberação de renina do que uma dose equipressora de metoxamina. Estes dados, combinados com correlatos hemodinâmicos, sugerem que a clonidina inibe a liberação de renina por ativação de um receptor alfa-adrenérgico intrarrenal.
Pettinger et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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