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A transição de amolecimento de vidro para borracha viscoelástica é analisada para vários polímeros entrelaçados reforçados com partículas de enchimento. Descobrimos que o pico do módulo de perda correspondente ao processo de relaxação segmentar (transição do vidro) não é significativamente afetado pela área de superfície das partículas em poli-butadieno preenchido com negro de carbono ou pelo acoplamento químico de silano de poli(estireno-co-butadieno) com sílica. Grandes diferenças na forma e magnitude do pico na tangente de perda (tan δ) versus temperatura são observadas para esses materiais; no entanto, isso se deve a variações no módulo de armazenamento em pequenas deformações no estado borrachento, que é influenciado pela natureza da rede de enchimentos comprimidos. O uso de um modelo simples de relaxação demonstra essa característica da transição de vidro viscoelástico em borracha preenchida. Não é necessário invocar conceitos que envolvem uma camada de polímero restringido em mobilidade próxima às superfícies de enchimento para explicar os resultados viscoelásticos. A microscopia de força atômica realizada com uma ponta de tungstênio ultra-afiada indica que pode haver algum endurecimento do elastômero nas proximidades das partículas de enchimento, mas isso não se traduz em um efeito apreciável na dinâmica segmentar desses materiais.
Robertson et al. (Qui,) estudaram essa questão.