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Os exossomos têm sido considerados como veículos novos e potentes de comunicação intercelular, ao invés de "poeira celular". Os exossomos são consistentes com células anucleadas e organelas com bicamada lipídica composta por proteínas e lipídios abundantes, aumentando sua "rigidez" e "flexibilidade". Células vizinhas ou distantes são capazes de trocar informações genéticas ou metabólicas através da ligação de exossomos à célula receptora e liberando moléculas bioativas, como lipídios, proteínas e ácidos nucleicos. Vale ressaltar que os exossomos exercem efeitos notáveis sobre o metabolismo lipídico, incluindo a síntese, transporte e degradação do lipídio. A desordem do metabolismo lipídico mediada por exossomos leva à ocorrência e progressão de doenças, como aterosclerose, câncer, doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), obesidade e doenças de Alzheimer, entre outras. Mais importante ainda, o metabolismo lipídico também pode afetar a produção e secreção de exossomos, assim como as interações com as células receptoras. Portanto, os exossomos podem ser aplicados como alvos eficazes para diagnóstico e tratamento de doenças. Resumo em vídeo.
Wang et al. (Mon,) estudaram essa questão.