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Demonstramos que o calor inibe o aprendizado e que o ar-condicionado nas escolas pode mitigar esse efeito. Modelos de efeitos fixos de estudantes utilizando alunos que refizeram os PSATs mostram que dias de escola mais quentes nos anos anteriores ao teste reduzem as pontuações, sendo o calor extremo particularmente prejudicial. Temperaturas em finais de semana e no verão têm pouco impacto, sugerindo que o calor interrompe diretamente o tempo de aprendizado. Novas medidas nacionais de penetração de ar-condicionado nas escolas sugerem padrões consistentes com essa infraestrutura, compensando amplamente os efeitos do calor. Sem ar-condicionado, um aumento de 1°F na temperatura do ano escolar reduz o aprendizado desse ano em 1 por cento. Dias quentes de escola impactam desproporcionalmente os alunos de minorias, representando cerca de 5 por cento da lacuna racial de desempenho.
Park et al. (Qui,) estudaram essa questão.