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Revisamos uma série de experimentos destinados a entender a natureza do déficit fonológico na dislexia de desenvolvimento. Estes experimentos investigam representações fonológicas de entrada e saída, gramática fonológica, percepção e produção de fala estrangeira, e processamento inconsciente da fala e acesso lexical. Nossos resultados convergem para a observação de que as representações fonológicas de pessoas com dislexia podem estar intactas, e que o déficit fonológico surge apenas como função de certos requisitos da tarefa, notavelmente memória de curto prazo, consciência consciente e restrições de tempo. Na tentativa de reformular esses requisitos de tarefa de maneira mais econômica, propomos que indivíduos com dislexia têm um déficit no acesso às representações fonológicas. Discutimos o poder explicativo desse conceito e especulamos que uma noção semelhante também poderia descrever adequadamente a natureza de outros déficits cognitivos associados, quando presentes.
Ramus et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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