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Embora as análises empíricas anteriores do desmatamento tenham se concentrado na população, este artigo se baseia em um modelo de uso da terra que sugere muitos determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira. Derivo uma equação de desmatamento a partir deste modelo e testo vários desses fatores usando dados em nível de município para o período de 1978 a 1988. Os dados incluem uma medida de desmatamento por satélite, que permite uma análise aprimorada dentro do país. A principal conclusão empírica é a importância tanto das características da terra (como qualidade do solo e densidade da vegetação) quanto dos fatores que afetam os custos de transporte (como a distância para os principais mercados e as estradas de municípios vizinhos). Projetos de desenvolvimento do governo também parecem afetar a desmatamento, embora a infraestrutura de crédito não tenha esse efeito. No entanto, uma vez que essas políticas podem, em si mesmas, ser funções de outros fatores, os efeitos estimados das políticas devem ser interpretados com cautela. Finalmente, a densidade populacional não tem um efeito significativo sobre o desmatamento quando muitos determinantes potenciais são incluídos. No entanto, uma especificação quadrática revela um resultado mais robusto: os primeiros migrantes para um município têm maior impacto do que os imigrantes posteriores. Isso implica que a distribuição da população afeta seu impacto.
Alexander Pfaff (Sex,) estudou esta questão.
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