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Psicoterapeutas que trabalham com doenças crônicas tendem a desconsiderar suas próprias necessidades de autocuidado ao focar nas necessidades dos clientes. O artigo discute o conceito de fadiga por compaixão, uma forma de burnout entre cuidadores, e contrasta com burnout simples e contratransferência. Inclui um modelo multifatorial de fadiga por compaixão que enfatiza os custos do cuidado, empatia e investimento emocional em ajudar os que sofrem. O modelo sugere que limitar o estresse de compaixão, lidar com memórias traumáticas e gerenciar mais efetivamente as cargas de casos são maneiras eficazes de evitar a fadiga por compaixão. O modelo também sugere que, para limitar o estresse de compaixão, os psicoterapeutas com doenças crônicas precisam desenvolver métodos para aumentar a satisfação e aprender a se separar emocional e fisicamente do trabalho para se sentir renovados. Um estudo de caso ilustra como ajudar alguém com fadiga por compaixão.
Charles R. Figley (Terça-feira,) estudou essa questão.