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Analisar o conservadorismo político como cognição social motivada integra teorias da personalidade (autoritarismo, dogmatismo-intolerância à ambiguidade), necessidades epistêmicas e existenciais (por fechamento, foco regulatório, gerenciamento do terror) e racionalização ideológica (dominância social, justificação do sistema). Uma meta-análise (88 amostras, 12 países, 22.818 casos) confirma que várias variáveis psicológicas preveem o conservadorismo político: ansiedade à morte (média ponderada r = .50); instabilidade do sistema (.47); dogmatismo-intolerância à ambiguidade (.34); abertura à experiência (-.32); tolerância à incerteza (-.27); necessidades por ordem, estrutura e fechamento (.26); complexidade integrativa (-.20); medo de ameaça e perda (.18); e autoestima (-.09). A ideologia central do conservadorismo enfatiza a resistência à mudança e a justificação da desigualdade e é motivada por necessidades que variam situacionalmente e disposicionalmente para gerenciar incertezas e ameaças.
Jost et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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