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O comportamento suicida é um grande problema mundial e, ao mesmo tempo, recebeu relativamente pouca atenção empírica. Essa relativa falta de atenção empírica pode ser devido em parte a uma ausência relativa de desenvolvimento teórico em relação ao comportamento suicida. O artigo atual apresenta a teoria interpessoal do comportamento suicida. Propomos que a forma mais perigosa de desejo suicida é causada pela presença simultânea de dois construtos interpessoais - pertencimento frustrado e percepção de fardo (e desesperança em relação a esses estados) - e, além disso, que a capacidade de se envolver em comportamento suicida é separada do desejo de se envolver em comportamento suicida. De acordo com a teoria, a capacidade para o comportamento suicida emerge, por meio de habituação e processos oponentes, em resposta à exposição repetida a experiências fisicamente dolorosas e/ou que induzem medo. No artigo atual, as hipóteses da teoria são delineadas de maneira mais precisa do que em apresentações anteriores (Joiner, 2005), com o objetivo de convidar à investigação científica e potencial falsificação das hipóteses da teoria.
Orden et al. (Sex,) estudaram essa questão.