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O câncer de mama não é uma doença única, mas sim composto por subtipos distintos associados a diferentes desfechos clínicos. Compreender essa heterogeneidade é fundamental para o desenvolvimento de intervenções preventivas e terapêuticas direcionadas ao câncer. Os modelos atuais que explicam a diversidade inter- e intratumoral são as hipóteses das células-tronco cancerosas e da evolução clonal. Embora a iniciação e progressão tumoral sejam predominantemente impulsionadas por alterações genéticas adquiridas, dados recentes também implicam um papel para mudanças microambientais e epigenéticas. Estudos abrangentes e imparciais de tumores e populações de pacientes avançaram significativamente nossa compreensão molecular do câncer de mama, mas traduzir essas descobertas para a prática clínica continua sendo um desafio.
Kornélia Polyák (Qui,) estudou esta questão.
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