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O presente estudo examinou as relações longitudinais entre a prosocialidade dos indivíduos e suas crenças de autorregulação em relação à regulação emocional e à resposta empática às necessidades dos outros. Os participantes foram 244 mulheres e 222 homens com uma idade média de 17 anos (DP=1,5) no T1, 19 anos (DP=1,4) no T2 e 21 anos (DP=1,6) no T3. Os achados corroboraram os caminhos postulados de relações, atribuindo um papel importante à autoeficácia empática na previsão do nível de prosocialidade dos indivíduos. As crenças de autoeficácia empática mediaram as relações das crenças de autoeficácia emocional regulatória com tendências prosociais como cuidar, compartilhar, ajudar e preocupação empática com os outros. O modelo conceitual proposto explicou uma parte significativa da variância na prosocialidade e tem implicações para intervenções destinadas a promover e sustentar a prosocialidade.
Alessandri et al. (Terç,) estudaram essa questão.