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A abstinência deve ser encarada com mais seriedade, tanto do ponto de vista ético quanto como um importante catalisador de comportamento de risco. No entanto, teorias que posicionam atividades tomadas para evitar a abstinência como irracionais e como evidência de patologia estão mal alinhadas com a complexidade das vidas reais das PWIUS. Recomendamos o uso de teorias de risco menos determinísticas e menos medicalizadas, que considerem melhor as diferenças entre como as pessoas veem o mundo e o papel das forças socioestruturais na produção de risco.
Frank et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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