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Este artigo oferece uma alternativa às teorias individualistas dominantes do empreendedorismo. Ele desenvolve a noção de sistema de deferência-emocional de Scheff para propor uma teoria da conduta empreendedora que enfatiza a interação social e a emoção. Esta teoria propõe que as emoções de orgulho e vergonha, produzidas pela oferta e retenção de deferência, podem motivar ações que resistem ao efeito inibidor da inovação das sanções sociais. Ao sugerir uma base social para a geração e reprodução da conduta empreendedora, é capaz de explicar a natureza frequentemente volátil e inconsistente dessa conduta, uma dimensão importante do comportamento empreendedor que, embora reconhecida empiricamente, normalmente escapa à atenção teórica. O artigo defende a ideia de tornar as situações sociais, e não os indivíduos, o ponto de partida analítico para novas e potencialmente valiosas percepções sobre a natureza do comportamento empreendedor.
David Goss (Sun,) estudou essa questão.