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Resumo A UE estabeleceu uma nova arquitetura de governança de normas trabalhistas internacionais nos capítulos de Comércio e Desenvolvimento Sustentável (TSD) de seus Acordos de Livre Comércio (FTAs). Para examinar a operacionalização desse framework, baseamos-nos em 121 entrevistas realizadas com informantes-chave em três FTAs assinados com o Caribe, a Coreia do Sul e a Moldávia. Engajamos com debates mais amplos sobre governança externa e a projeção do poder da UE ao mostrar como falhas operacionais, incluindo a falta de priorização legal e política dos capítulos TSD e deficiências na implementação de disposições-chave, dificultaram o impacto dos FTAs sobre as normas trabalhistas. Também identificamos limitações significativas na abordagem de 'formulações comuns' da UE quando aplicada a diferentes contextos de parceiros comerciais, junto a ambiguidades sobre o propósito subjacente da ligação comércio-trabalho. Portanto, é necessário refletir sobre a função e o propósito das disposições de normas trabalhistas na política comercial da UE.
Harrison et al. (Sun,) estudaram essa questão.