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Mais de duas décadas se passaram desde que o síndrome de encefalopatia reversível posterior (PRES) foi descrito pela primeira vez em 1996. Tem se tornado cada vez mais reconhecido devido a modalidades de imagem melhoradas e mais disponíveis. O exato mecanismo patofisiológico não é completamente compreendido e permanece controverso no momento. O diagnóstico preciso é essencial para guiar um manejo imediato e adequado. Nossa capacidade de diferenciá-lo de outros transtornos neurológicos agudos provavelmente melhorará à medida que aprendemos mais sobre o espectro dessa entidade nos últimos 20 anos. Enfatizamos a importância de reconhecer seus critérios diagnósticos e biomarcador, que seriam de grande relevância tanto para a avaliação de desfechos quanto para o desenho de estudos. O PRES tem um prognóstico favorável, em geral, mas sequelas neurológicas e até fatalidades podem ocorrer, especialmente em formas severas que podem causar morbidade substancial e até mortalidade, particularmente quando a síndrome é complicada por hemorragia intracraniana ou infarto cerebral. Nesta revisão, a patofisiologia, a abordagem ao diagnóstico, algumas controvérsias quanto ao prognóstico, assim como a direção futura da pesquisa sobre o PRES são descritas.
Gao et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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