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Pseudomonas aeruginosa é um patógeno dominante em pessoas com fibrose cística (FC), contribuindo para morbidade e mortalidade. Sua extraordinária capacidade de adaptação facilita significativamente sua capacidade de causar infecções crônicas. A adaptabilidade e flexibilidade do patógeno são proporcionadas pelo extenso número de fatores de virulência que tem à sua disposição, oferecendo ao P. aeruginosa a facilidade de ajustar sua resposta contra os diferentes estressores no ambiente. Uma compreensão profunda desses mecanismos de virulência é crucial para o design de estratégias terapêuticas e vacinas contra este patógeno multirresistente. Portanto, esta revisão descreve os principais fatores de virulência do P. aeruginosa e as adaptações que ele sofre para persistir em ambientes hostis, como o trato respiratório da FC. O genoma do P. aeruginosa, muito grande (5 a 7 MB), contribui consideravelmente para sua capacidade adaptativa; conseqüentemente, estudos genômicos têm fornecido insights significativos para elucidar a evolução do P. aeruginosa e suas interações com o hospedeiro ao longo do curso da infecção.
Jurado‐Martín et al. (qui,) estudaram essa questão.