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Objetivo: Buscamos contribuir para esforços de tratar a relação entre contabilidade, democracia e emancipação de forma mais séria, reconhecendo a diferença nesse contexto. Para abrir espaço para a prática emancipatória em relação à contabilidade, articulamos uma delimitação da contabilidade como um universal diferenciado e enfatizamos a importância de uma apreciação da contabilidade como situada contextualmente. Esboçamos implicações de uma leitura do novo pragmatismo para a prática emancipatória em relação à contabilidade que leva a democracia e a diferença a sério. Design: Argumento crítico e analítico refletindo sobre a literatura anterior nas humanidades e ciências sociais (por exemplo, Laclau e Mouffe, 2001) e em contabilidade (por exemplo, Gallhofer e Haslam, 2003; Bebbington et al., 2007; Brown, 2009, 2010; Blackburn et al., 2013; Brown e Dillard, 2013a,b; Dillard e Yuthas, 2013) para considerar a aliança da contabilidade com uma prática emancipatória que leva a democracia e a diferença a sério. Resultados: Uma visão e estrutura de prática emancipatória em relação à contabilidade é proposta como uma contribuição que esperamos estimule mais discussão. Originalidade/valor: Ampliamos e fortalecemos a literatura anterior que busca alinhar contabilidade e emancipação através de uma reflexão adicional sobre novas perspectivas pragmatistas sobre democracia e diferença. Em nossas articulações e ênfases aqui, fazemos algumas contribuições particulares, incluindo notavelmente as seguintes. Nossa delimitação da contabilidade, que inclui a apreciação da contabilidade como um universal diferenciado, e uma abordagem considerada da apreciação da contabilidade como situada contextualmente ajudam a abrir mais espaço para a prática em relação à contabilidade. Oferecemos um esboço geral do posicionamento da contabilidade em relação a uma leitura de uma nova perspectiva pragmatista sobre prática emancipatória. Articulamos nossa perspectiva em termos de uma série de princípios de design – para a prática emancipatória em relação à contabilidade - que adicionam suporte e ampliam a literatura anterior. Elaboramos neste contexto como a apreciação de um novo pensamento contínuo pragmatista que ajuda a destacar e trazer à tona dimensões emancipadoras e repressivas da contabilidade pode informar adequadamente a interação com contabilidades existentes, bem como novas contabilidades vislumbradas, incluindo o que chamamos aqui de contabilidades 'oficiais'.
Gallhofer et al. (Mon,) estudaram esta questão.