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Investigamos a relação entre as larguras de linha do Mg II 2800 e Hbeta em núcleos galácticos ativos (AGNs) para refiná-las como ferramentas para estimar as massas de buracos negros (BH). Realizamos uma análise espectral detalhada de uma grande amostra de AGNs a deslocamentos para o vermelho intermediários selecionados a partir do Sloan Digital Sky Survey, juntamente com uma amostra menor de espectros ultravioletas arquivados de fontes próximas monitoradas com mapeamento de reverberação. Atenção cuidadosa foi dedicada à decomposição espectral precisa, especialmente no tratamento de mistura de linhas estreitas e contaminação por Fe II. Mostramos que, ao contrário da crença popular, a largura de velocidade do Mg II tende a ser menor do que a do Hbeta, sugerindo que as duas espécies não estão coespaciais na região de linhas largas. Usando essas descobertas e medições de massa de BH recentemente atualizadas a partir de mapeamento de reverberação, apresentamos uma nova calibração das prescrições empíricas para estimar massas viriais de BH para AGNs usando as linhas largas de Mg II e Hbeta. Mostramos que as massas de BH derivadas de nossos novos formalismos mostram diferenças sutis, mas importantes, em comparação com alguns dos estimadores de massa atualmente usados na literatura.
Wang et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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