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Nos últimos 20 anos, muitos no campo do aprendizado de segunda língua e pedagogia se familiarizaram com modelos de linguagem que enfatizam sua natureza comunicativa. Esses modelos são frequentemente chamados de baseados em uso porque enfatizam a noção de que o uso real da linguagem é um formador primário da forma linguística. Os apoiadores desses modelos também argumentam que a construção de significado, ou seja, o uso que se faz da linguagem, é central para a forma como a linguagem é configurada. Os modelos baseados em uso compartilham várias outras suposições subjacentes também. Embora esses modelos de uso tenham um número de ideias em comum, várias abordagens distintas emergiram. Eles frequentemente usam termos similares, como cognição e metáfora, mas as interpretações precisas podem variar de modelo para modelo. O resultado geral é que, sem uma leitura extensa, nem sempre é claro como esses modelos diferem e quais percepções únicas cada um oferece. Este artigo tenta abordar essa situação examinando três modelos principais baseados em uso—linguística funcional sistêmica, funcionalismo do discurso e linguística cognitiva. Primeiro, os princípios comuns subjacentes compartilhados pelos três modelos são discutidos. Em segundo lugar, uma visão geral dos princípios e preocupações únicos de cada abordagem é apresentada para distinguir as principais diferenças entre eles. Dentro da discussão de cada abordagem, também discuto várias tentativas de aplicar o modelo a questões no aprendizado de segunda língua.
Andrea Tyler (Mon,) estudou essa questão.
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