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O corpo humano literalmente brilha. A intensidade da luz emitida pelo corpo é 1000 vezes inferior à sensibilidade de nossos olhos nus. A emissão de fótons ultra fracos é conhecida como a energia liberada na forma de luz através das mudanças no metabolismo energético. Conseguimos imagear a mudança diurna dessa emissão de fótons ultra fracos com um sistema de imagem altamente sensível melhorado utilizando uma câmera de dispositivo de carga acoplada criogênica (CCD). Descobrimos que o corpo humano emite luz de forma direta e rítmica. As mudanças diurnas na emissão de fótons podem estar ligadas a alterações no metabolismo energético.
Kobayashi et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.