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Os nomogramas são amplamente utilizados para prognóstico de câncer, principalmente devido à sua capacidade de reduzir modelos preditivos estatísticos a uma única estimativa numérica da probabilidade de um evento, como morte ou recorrência, adaptada ao perfil de um paciente individual. Interfaces gráficas amigáveis para gerar essas estimativas facilitam o uso de nomogramas durante encontros clínicos para informar a tomada de decisão clínica. No entanto, as bases estatísticas desses modelos exigem um exame cuidadoso, e o grau de incerteza em torno das estimativas pontuais requer atenção. Este guia fornece a um público não estatístico uma abordagem metodológica para construir, interpretar e usar nomogramas para estimar o prognóstico do câncer ou outros desfechos de saúde.
Iasonos et al. (qui,) estudaram esta questão.
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