Key points are not available for this paper at this time.
As teorias da reflexividade têm estado principalmente preocupadas com a maneira como os agentes monitoram suas próprias ações usando conhecimento (Giddens) ou deliberam sobre o contexto social para tomar decisões através da conversa interna (Archer), no entanto, nenhuma colocou a emoção no centro da reflexividade. Embora a emoção seja considerada nas teorias da reflexividade, geralmente é mantida à distância, sendo vista como um possível obstáculo ao pensamento reflexivo claro. Aqui, desafio essa posição e, baseando-me no trabalho de C.H. Cooley, argumento que o sentimento e a emoção são centrais para os processos reflexivos, colorindo a percepção de si mesmo, dos outros e do mundo social, influenciando assim nossas respostas na interação social, bem como a maneira como monitoramos reflexivamente a ação e deliberamos sobre as escolhas que enfrentamos. A reflexividade emocional, portanto, não se trata apenas da maneira como as emoções são monitoradas ou ordenadas reflexivamente, mas sobre como a emoção informa a reflexividade em si.
Ian Burkitt (Qui,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: