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Neste artigo usamos evidências do Estudo Eleitoral Escocês de 2007 para construir uma explicação para a estreita vitória do SNP na eleição de Holyrood. O foco teórico está nos modelos de valência da votação, que são cada vez mais importantes na Escócia após desalinhos e convergência ideológica no sistema de partidos, e à medida que os governos escoceses exercem sua influência executiva. Explorar o campo de batalha da valência revela avaliações mistas, mas em geral negativas, do desempenho do Labour no governo, e sugere vantagens para o SNP em competência em questões, liderança e imagem do partido. Modelar a escolha do partido a nível individual mostra que variáveis de valência chave – avaliações de desempenho, competência econômica e imagem do partido – têm efeitos fortes e significativos, ao contrário de fatores até então proeminentes como religião, classe e identidade nacional. Preferências constitucionais também são importantes, mas seus efeitos sugerem uma ligação de valência adicional: a forte performance do SNP entre eleitores que buscam mais devolução, mas se opõem à independência, deve-se em grande parte a suas credenciais como defensores dos interesses escoceses. Em contraste, a posição do Labour contra 'mais poderes' pode ter manchado sua própria reputação nesse aspecto. Concluímos que o SNP conseguiu a vitória convencendo eleitores suficientes de que tinha uma agenda positiva para governar a Escócia dentro dos arranjos constitucionais atuais, e que poderia cumprir essa agenda.
Johns et al. (Terç,) estudaram essa questão.