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O glioblastoma (GBM) é o tumor cerebral maligno primário mais comum, com um prognóstico universalmente ruim. O surgimento de biomarcadores moleculares teve um impacto significativo na tipificação histológica e no diagnóstico, bem como na previsão da sobrevida do paciente e da resposta ao tratamento. O status de metilação do promotor do gene O6-metilguanina-DNA metiltransferase (MGMT) é um desses biomarcadores moleculares. Apesar das fortes evidências que apoiam o papel do status de metilação do MGMT na prognosticação, sua implementação rotineira na prática clínica tem sido desafiadora. Os métodos e as definições de corte ideais para a determinação do status de MGMT continuam controversos. A variação nos métodos de detecção entre os laboratórios apresenta um grande desafio para o consenso. Além disso, a consideração de outros fatores clínicos e genéticos/epigenéticos também deve ser incorporada na tomada de decisão sobre o tratamento. Nesta revisão, destilamos as evidências disponíveis para resumir nossa posição sobre o uso ideal dos ensaios disponíveis e propomos estratégias para resolver casos com status de metilação equívoco e uma estrutura para incorporar esse importante ensaio na pesquisa e na prática clínica.
Mansouri et al. (Qui,) estudaram esta questão.