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Uma preocupação central sobre imigração é a integração no mercado de trabalho, não apenas da primeira geração, mas também de gerações subsequentes. Pouco trabalho comparativo existe para as maiores economias da Europa. França, Alemanha e Reino Unido tornaram-se, talvez involuntariamente, países com grandes populações imigrantes, embora com composições étnicas muito diferentes. Hoje, os descendentes desses imigrantes vivem e trabalham nos países de destino de seus pais. Este artigo apresenta e discute evidências comparativas sobre o desempenho de imigrantes de primeira e segunda geração nesses países em termos de educação, rendimentos e emprego.
Algan et al. (Qua,) estudaram essa questão.