Key points are not available for this paper at this time.
Houve um crescente interesse no uso de nanomateriais para uma série de aplicações biomédicas nos últimos anos. Em particular, as nanopartículas de ouro (GNPs) possuem várias propriedades únicas que as tornam candidatas ideais como radiosensibilizadores com base em seu forte coeficiente de absorção fotoelétrico e facilidade de síntese. No entanto, apesar das promissoras evidências pré-clínicas in vitro apoiadas por uma quantidade limitada de experimentos in vivo, juntamente com os avanços na compreensão mecanística, as GNPs ainda não foram traduzidas para a clínica. Isso pode ser devido à disparidade entre os níveis previstos de radiosensibilização com base na ação física, a resposta biológica observada e uma compreensão mecanística incompleta, além das limitações experimentais atuais. Este artigo fornece uma revisão do estado atual do campo, destacando os potenciais mecanismos biológicos subjacentes à radiosensibilização por GNP e examinando as barreiras para a tradução clínica.
Rosa et al. (Qua,) estudaram essa questão.