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O objetivo deste estudo foi avaliar as evidências sobre a custo-efetividade do tratamento guiado por farmacogenética (PGx) para medicamentos com diretrizes do Consórcio de Implementação de Farmacogenética Clínica (CPIC). Uma revisão sistemática foi conduzida utilizando múltiplos bancos de dados da literatura biomédica desde sua criação até junho de 2021. Artigos completos que comparavam tratamento guiado por PGx com tratamento não guiado foram incluídos para extração de dados. O Quality of Health Economic Studies (QHES) foi utilizado para avaliar a robustez de cada estudo (0-100). Os dados são reportados utilizando estatísticas descritivas. Dos 108 estudos que avaliaram 39 medicamentos, 77 (71%) mostraram que o teste PGx foi custo-efetivo (CE) (N = 48) ou de economia de custos (CS) (N = 29); 21 (20%) não foram CE; 10 (9%) foram incertos. O clopidogrel teve o maior número de artigos (N = 23), dos quais 22 demonstraram CE ou CS, seguido pela varfarina (N = 16), dos quais 7 demonstraram CE ou CS. Dos 26 estudos que avaliaram o teste de antígenos leucocitários humanos (HLA) para abacavir (N = 8), alopurinol (N = 10) ou carbamazepina/fenitoína (N = 8), 15 demonstraram CE ou CS. Nove dos 11 artigos sobre antidepressivos demonstraram CE ou CS. A mediana do escore QHES refletiu estudos de alta qualidade (91; intervalo 48-100). A maioria dos estudos que avaliaram custo-efetividade favoreceu o teste PGx. Existem dados limitados sobre a custo-efetividade de testes preemptivos e multigênicos em diferentes estados de doenças.
Morris et al. (Sex,) estudaram essa questão.