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Rondas repetidas de ruptura e reparo da membrana nuclear (MN) foram observadas em laminopatias e células cancerígenas, resultando em perda intermitente da compartimentalização do núcleo. Atualmente, as causas da ruptura da MN não estão claras. Aqui, mostramos que a ruptura da MN em células cancerígenas depende da montagem de feixes de actina contráteis que interagem com o núcleo via o complexo de ligação do citoesqueleto e nuclesqueleto (LINC). Descobrimos que a perda dos feixes de actina ou do complexo LINC não resgatou os defeitos da lâmina nuclear, um determinante previamente identificado da estabilidade da membrana nuclear, mas diminuiu o número e o tamanho das hérnias de cromatina. Finalmente, a inibição da ruptura da MN poderia ser resgatada em células tratadas com drogas despolimerizadoras de actina ao restringir mecanicamente a altura do núcleo. Esses dados sugerem um modelo de ruptura da MN onde áreas fracas da membrana, causadas por defeitos na organização da lâmina, se rompem devido a um aumento da pressão intranuclear causado pela contenção do núcleo baseada em actina.
Hatch et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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