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A patogênese dos aneurismas intracranianos permanece complexa e multifatorial. Embora fatores vasculares, genéticos e epidemiológicos tenham um papel, acredita-se que a formação de aneurismas incipientes seja induzida por forças hemodinâmicas. Estresses hemodinâmicos e lesões vasculares levam a um remodelamento adicional de aneurismas e vasos. Técnicas de imagem avançadas nos permitem definir melhor os papéis da morfologia do aneurisma e do vaso e parâmetros hemodinâmicos, como estresse de cisalhamento da parede, índice de cisalhamento oscilatório e padrões de fluxo na formação, crescimento e ruptura do aneurisma. Embora a compreensão completa da interação entre essas variáveis hemodinâmicas continue evasiva, os autores revisam os esforços que foram feitos nas últimas décadas na tentativa de elucidar as interações físicas e biológicas que governam a fisiopatologia do aneurisma. Além disso, a utilidade clínica atual da hemodinâmica na previsão da ruptura do aneurisma é discutida.
Soldozy et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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