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Estudos nacionais, comunitários e universitários documentaram a alta prevalência de assédio sexual entre mulheres afro-americanas. Embora as mulheres afro-americanas sejam vítimas de assédio sexual em taxas alarmantes, elas têm menos probabilidade de divulgar ou buscar ajuda depois da agressão sexual. O objetivo desta revisão da literatura é fornecer uma crítica da literatura atual que examina as barreiras à divulgação para mulheres afro-americanas, como fatores intrapsíquicos, o efeito prejudicial de uma resposta não solidária à divulgação inicial, a estigmatização da sexualidade feminina afro-americana, a apreensão em relação ao racismo e a lealdade racial. Os autores fornecem um resumo da literatura, lacunas em estudos empíricos atuais e necessidades para estudos futuros. Recomendações de intervenções culturalmente relevantes são descritas. Finalmente, são fornecidas implicações para a política de assédio sexual.
Tillman et al. (Thu,) estudaram esta questão.
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