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Objetivo: Os adenomas hipofisários são o segundo tumor cerebral primário mais comum, no entanto, seus perfis genéticos são incompletamente compreendidos. Desenho Experimental: Realizamos sequenciamento do exoma completo de 42 macroadenomas hipofisários e DNA normal emparelhado. Esses adenomas incluíram tumores hormonamente ativos e inativos, aqueles com histologia típica ou atípica, e aqueles que eram primários ou recorrentes. Resultados: Identificamos mutações, inserções/deleções e alterações no número de cópias. Quase um terço das amostras (29%) apresentaram alterações no número de cópias em nível de braço cromossômico em grandes frações do genoma. Apesar de tal interrupção genômica generalizada, esses tumores tiveram poucos eventos focais, o que é incomum entre cânceres altamente desestruturados. Os outros 71% dos tumores formaram uma classe molecular distinta, com alterações no número de cópias somáticas envolvendo menos de 6% do genoma. Entre o grupo altamente desestruturado, 75% eram adenomas funcionais ou adenomas nulos atípicos, enquanto 87% do grupo menos desestruturado eram adenomas não funcionais. Confirmamos essa associação entre subtipos funcionais e desestruturação em um conjunto de dados de validação de 87 adenomas hipofisários. A análise de dados de expressão publicados anteriormente de mais 50 adenomas mostrou que alterações em nível de braço impactaram significativamente os níveis de transcritos, e que as amostras desestruturadas eram caracterizadas por mudanças de expressão associadas a pior prognóstico em outros cânceres. As perdas em nível de braço dos cromossomos 1, 2, 11 e 18 foram significativamente recorrentes. Nenhuma mutação recorrente significativa foi identificada, sugerindo que nenhum gene é alterado por mutações excônicas em grandes frações de macroadenomas hipofisários. Conclusões: Esses dados indicam que adenomas hipofisários esporádicos apresentam perfis de número de cópias distintos que se associam a subtipos hormonais e histológicos e influenciam a expressão gênica. Clin Cancer Res; 23(7); 1841-51. ©2016 AACR.
Bi et al. (Qua,) estudaram esta questão.