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A obstrução ostial é um fator importante na patogênese da sinusite. A avaliação diagnóstica detalhada em pacientes com sinusite maxilar demonstra a proeminência da doença no infundíbulo etmoidal e nas células etmoidais adjacentes. Procedimentos cirúrgicos realizados para melhorar a sinusite maxilar através da antrostomia do meato inferior deixam doença residual na área ostiomeatal e podem resultar em obstrução mucociliar persistente. Historicamente, a possibilidade de fechamento após a manipulação ostial e a importância da drenagem dependente do seio maxilar foram citadas como argumentos contra a abordagem do meato médio. Neste estudo de antrostomias do meato médio, a taxa de patência foi de 98% entre 4 e 32 meses. Os achados endoscópicos pós-operatórios e a melhora sintomática sugerem que a limpeza mucociliar ocorre através do óstio ampliado cirurgicamente. Concluímos que a antrostomia endoscópica do meato médio não leva à estenose ostial.
Kenned et al. (Sat,) estudaram essa questão.