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Contexto: Mínima atenção foi dada às perspectivas e experiências de indivíduos pós-encarceramento em relação ao estigma e seu impacto na reintegração e engajamento ocupacional. Esta pesquisa teve como objetivo entender como o estigma é vivido entre indivíduos que foram anteriormente encarcerados e sua influência no engajamento ocupacional, especificamente na participação social, trabalho e ocupações escolares. Esta pesquisa também examinou o papel da terapia ocupacional como uma intervenção para abordar o estigma a partir das perspectivas de indivíduos que foram anteriormente encarcerados, a fim de informar a prática e mitigar a influência do estigma. Método: Entrevistas foram conduzidas com 10 participantes de um programa de reabilitação profissional para pessoas que haviam sido anteriormente encarceradas. Uma análise temática foi realizada para identificar os principais temas. Os temas foram organizados em mapas conceituais relacionados ao estigma conforme experienciado por aqueles que foram anteriormente encarcerados. Resultados: Quatro temas abrangentes emergiram. Esses temas, percepções internas e externas, e sistemas familiares e comunitários, serviram tanto para habilitar quanto para desabilitar o impacto do estigma na vida diária pós-encarceramento. Conclusão: Os temas apresentados aumentaram a compreensão do estigma como experienciado por indivíduos que foram anteriormente encarcerados e apoiaram a necessidade de mais pesquisas e programação de terapia ocupacional especificamente destinadas a minimizar o impacto do estigma.
Sinko et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.