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Na última década, o deep learning alcançou um sucesso notável em várias áreas de pesquisa em inteligência artificial. Evoluído das pesquisas anteriores em redes neurais artificiais, essa tecnologia demonstrou desempenho superior em relação a outros algoritmos de aprendizado de máquina em áreas como reconhecimento de imagens e voz, processamento de linguagem natural, entre outros. A primeira onda de aplicações de deep learning na pesquisa farmacêutica surgiu nos últimos anos, e sua utilidade foi além das previsões de bioatividade e mostrou promessa em abordar diversos problemas na descoberta de medicamentos. Exemplos serão discutidos abrangendo previsão de bioatividade, design molecular de novo, previsões de síntese e análise de imagens biológicas.
Chen et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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