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Resumo O forçamento radiativo dos cirros induzidos pela aviação é derivado de observações e modelos. O ciclo diurno médio anual do tráfego aéreo na região do Atlântico Norte exibe dois picos pela manhã e à tarde, com diferentes horários de pico nas partes ocidental e oriental da região do Atlântico Norte. A mesma "digital de aviação" é encontrada em 8 anos (2004–2011) de observações do Meteosat sobre cobertura de cirros e OLR. As observações estão relacionadas a dados de tráfego aéreo com modelos de resposta linear assumindo que a atmosfera de fundo sem aviação é similar à observada no Atlântico Sul. A mudança no OLR é interpretada como forçamento radiativo de onda longa induzido pela aviação (LW RF). A análise dos dados sugere um LW RF de cerca de 600–900 mW m −2 regionalmente. Um modelo detalhado de cirros de trilha para determinada meteorologia global e tráfego aéreo em 2006 dá resultados semelhantes. O RF global é estimado a partir da razão entre RF global e regional conforme derivado de três modelos. A extrapolação implica cerca de 100–160 mW m −2 de LW RF global. Os modelos mostram grandes diferenças na razão magnitude do RF de onda curta/onda longa. Um modelo calcula uma razão de 0,6, implicando uma estimativa de RF líquido global de cerca de 50 mW m −2 (40–80 mW m −2 ). Outros modelos sugerem razões menores, com menor resfriamento durante o dia, o que implicaria efeitos líquidos consideravelmente maiores. A sensibilidade dos resultados à precisão das observações, dados de tráfego e modelos e ao fundo estimado é discutida.
Schumann et al. (Sex,) estudaram essa questão.