Esta revisão destaca as pronunciadas diferenças de sexo na prevalência e controle da hipertensão, enfatizando os papéis do sistema renina-angiotensina e da ativação de células T.
Embora se saiba desde a década de 1940 que os homens apresentam aumentos maiores na pressão arterial (PA) em comparação com as mulheres, houve esforços intensos mais recentemente para aumentar a conscientização de que as mulheres também estão em risco de desenvolver hipertensão e que as doenças cardiovasculares (DCVs) são as principais causas de morte tanto entre homens quanto entre mulheres nos Estados Unidos. Com a publicação das Diretrizes Clínicas de Hipertensão de 2017, 46% dos adultos nos Estados Unidos agora são classificados como hipertensos, e a hipertensão é o principal fator de risco modificável para o desenvolvimento de DCV. Esse aumento na prevalência da hipertensão reflete-se em um aumento na prevalência entre homens e mulheres em todas as demografias, embora tenha havido aumentos maiores na prevalência da hipertensão entre homens em comparação com mulheres. Como resultado, a diferença de gênero bem estabelecida na prevalência da hipertensão é ainda mais pronunciada e agora se estende até a sexta década de vida. Os objetivos desta revisão são (i) revisar os dados históricos de ensaios clínicos e diretrizes de hipertensão sob a perspectiva de ambos os gêneros e, em seguida, (ii) revisar o papel do sistema renina-angiotensina e a ativação de células T na contribuição para as diferenças de sexo no controle da PA.
Ramirez et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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