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A osteoartrite do joelho (OAJ) é uma doença articular crônica comum em todo o mundo. É também a forma mais comum de OA e é caracterizada por altas taxas de morbidade e incapacidade. Com o aumento gradual da expectativa de vida e o envelhecimento da população, a OAJ não só afeta a qualidade de vida dos pacientes, mas também impõe uma carga à saúde pública global. A OA é uma doença de etiologia desconhecida e patogênese complexa. Ela afeta comumente articulações sujeitas a maiores cargas e níveis mais altos de atividade. A articulação do joelho, que é a articulação mais complexa do corpo humano e suporta a maior carga entre todas as articulações, é, portanto, a mais suscetível ao desenvolvimento de OA. As lesões da OAJ podem envolver cartilagem articular, sinóvia, cápsula articular e músculos periarticulares, causando danos articulares irreversíveis. Fatores como sobrecarga mecânica, inflamação, metabolismo, alterações hormonais e envelhecimento desempenham papéis chave na aceleração da progressão da OAJ. O diagnóstico clínico da OAJ é baseado principalmente na análise combinada de sintomas, sinais, exames de imagem e resultados de exames laboratoriais. Atualmente, não há cura para a OAJ e as terapias disponíveis concentram-se principalmente no tratamento sintomático e na demora da progressão da doença. A cirurgia de substituição do joelho é tipicamente realizada em pacientes com doença avançada. O estudo atual apresenta uma revisão das características epidemiológicas, fatores de risco, manifestações histopatológicas, patogênese, diagnóstico, modalidades de tratamento e progresso na pesquisa sobre a OAJ.
Geng et al. (Sex,) estudaram essa questão.