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A migração celular através de tecido sólido muitas vezes envolve grandes contorções do núcleo, mas o significado biológico é em grande parte incompreensível. A proteína nucleoesquelética lamin-A varia tanto dentro quanto entre tipos celulares e foi demonstrado aqui que contribui para a separação celular e sobrevivência na migração através de microporos restritivos. A lamin-A mostrou-se limitante na taxa de migração 3D de diversas células humanas que variavam de linhagens de glioma e adenocarcinoma a células-tronco mesenquimatosas primárias (MSCs). A estequiometria das lamínas do tipo A e B estabeleceu uma barreira de ativação, com alta lamin-A:B produzindo formas nucleares extrudadas após a migração. Como as assembleias poliméricas A e B adjacentes conferiram respectivamente rigidez viscosa e elástica ao núcleo, subpopulações com diferentes níveis de A:B se separaram na migração 3D. Entretanto, a migração líquida também foi bifásica em lamin-A, uma vez que os níveis de lamin-A do tipo selvagem protegeram contra a morte induzida por estresse, enquanto a redução acentuada causou amplos defeitos na resistência ao estresse. Os xenotransplantes in vivo mostraram-se consistentes com a separação celular baseada em A:B, e o crescimento tumoral aumentado por A:B. Assim, as lamínas impedem a migração 3D, mas também promovem a sobrevivência contra estresses induzidos pela migração.
Harada et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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