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Esta nota relata observações da mudança de rigidez de células-tronco mesenquimatosas humanas (hMSCs) com o progresso da morte celular, medida por AFM. hMSC com membrana comprometida, células mortas e viáveis foram marcadas com Annexina V e Iodeto de Propídio após 24h de armazenamento a frio, seguido pela medida de AFM e o módulo de Young das células foi derivado. As hMSCs viáveis têm um módulo de Young (E) na faixa de 0,81-1,13 kPa e uma medição consistente foi observada quando diferentes locais de medição foram escolhidos. O E das células com membrana parcialmente comprometida foi de 0,69±0,17 kPa ou na faixa de 2,04-4,74 kPa, dependendo dos locais de medição. Com a perda da integridade da membrana, embora não tenha havido variação no E medido entre diferentes locais, observou-se uma imagem mista da rigidez celular, conforme indicado por células com E tão baixo quanto 0,09±0,03 kPa, em uma faixa média de 4,62±0,67 kPa, e o mais alto de até 48,98±19,80 kPa. Com o progresso da morte celular, a maior rigidez foi notada para células que apresentavam uma aparência mais granular; também a menor rigidez para células com aparência de vacúolo. Os achados deste estudo indicam que a rigidez celular é alterada significativamente com o progresso da morte celular.
Nikolaev et al. (2013) estudaram essa questão.
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