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A sensibilidade genética ao sabor amargo do feniltiocarbamida e do 6-n-propiltio-uracil (PROP) é uma característica humana bem estudada. Hipotetizou-se que esse fenótipo é um marcador para diferenças individuais na percepção do sabor que influenciam as preferências alimentares e o comportamento dietético, com subsequentes ligações ao peso corporal e ao risco de doenças crônicas. Progressos constantes foram feitos nas últimas décadas para definir o envolvimento desse fenótipo e seu gene subjacente, TAS2R38, nesse complexo caminho comportamental. No entanto, mais trabalho precisa ser feito para determinar plenamente sua significância nutricional e de saúde. O objetivo principal desta revisão é avaliar nossa compreensão atual do papel do fenótipo amargo PROP na seleção de alimentos e peso corporal em crianças e adultos. Uma breve história do campo é incluída e controvérsias em torno do uso de diferentes métodos de triagem para PROP são abordadas. A contribuição de outros receptores (tanto amargos quanto não amargos) para a variação do sabor humano também é discutida.
Beverly J. Tepper (sex,) estudou essa questão.