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Medidas de dióxido de carbono atmosférico e medições de temperatura derivadas por satélite e do índice de vegetação foram usadas para investigar relações entre clima, dióxido de carbono e ecossistemas. Em uma escala global, correlações defasadas entre temperatura e taxa de crescimento do dióxido de carbono foram encontradas, indicando modulação por retroalimentações biogeoquímicas. A análise espacial dos dados de temperatura e índice de vegetação sugere que as correlações globais são um composto de respostas individualistas de diferentes ecossistemas. A existência de escalas de tempo de resposta específicas de biomas implica que mudanças nas distribuições globais de ecossistemas poderiam, indiretamente, alterar as relações entre clima e armazenamento de carbono.
Braswell et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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