Resumo Um debate de longa data na literatura de relações internacionais é se os acordos internacionais são eficazes em produzir mudanças na política doméstica. Grande parte dessa pesquisa foca em indicadores de política em nível nacional e nos interesses políticos domésticos que se acredita influenciá-los. No entanto, pode haver uma ampla variação subnacional tanto nas mudanças de política quanto na força das pressões contrárias. Aplico essa estrutura a áreas protegidas, uma resposta política chave às crises de biodiversidade e climática que tem consequências distributivas significativas sobre o uso da terra. Usando um conjunto de dados geoespaciais originais sobre 846 ecorregiões em todo o mundo de 1992 a 2020 combinado com novas medidas de interesses anti-proteção, descubro que quando um país se torna mais profundamente integrado ao regime ambiental internacional, é mais provável que proteja mais terras. No entanto, as pressões econômicas locais moldam onde essa proteção ocorre. Essa estrutura subnacional ajuda a sintetizar os achados da literatura e aprofunda nossa compreensão de uma área crítica da política ambiental e do uso da terra.
Austin Beacham (Sex,) estudou essa questão.
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