Quase 9% das mulheres estavam insatisfeitas com o resultado da histerectomia após 1 ano. A falta de satisfação parecia previsível a partir de fatores pré-operatórios, notavelmente o tabagismo, a falta de emprego remunerado e sintomas não hemorrágicos que levaram à histerectomia. Essas descobertas enfatizam a necessidade de aconselhamento individualizado antes da cirurgia. Dado que a maioria dos fatores de risco pré-operatórios é resistente à modificação imediata, mais pesquisas são necessárias para desenvolver intervenções direcionadas que possam reduzir a insatisfação e melhorar os resultados dos pacientes.
Björkström et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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