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As desordens neurodegenerativas afetam quase 30 milhões de indivíduos, levando a incapacidades e morte. Essas desordens são caracterizadas por mudanças patológicas em áreas específicas do cérebro relacionadas à doença e degeneração de subconjuntos distintos de neurônios. Apesar das diferenças nas manifestações clínicas e vulnerabilidade neuronal, os processos patológicos parecem semelhantes, sugerindo vias neurodegenerativas comuns. A apoptose parece desempenhar um papel fundamental na progressão de várias desordens neurológicas, como a doença de Alzheimer, a doença de Parkinson, a doença de Huntington e a esclerose lateral amiotrófica, como demonstrado por estudos em modelos animais e linhagens celulares. Por outro lado, pesquisas em cérebros humanos relataram resultados contraditórios. Contudo, muitos neurônios em morte foram detectados nos cérebros de pacientes com doenças neurodegenerativas, e essas condições estão frequentemente associadas a perda celular significativa acompanhada por características morfológicas típicas da apoptose, como condensação da cromatina, fragmentação do DNA e ativação de cisteína-proteases, caspases. A morte celular e as condições neurodegenerativas têm sido ligadas ao estresse oxidativo e ao desequilíbrio entre a geração de radicais livres e as defesas antioxidantes. Esclerose múltipla, acidente vascular cerebral e doenças neurodegenerativas têm sido associadas a espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico. Aqui apresentamos uma visão geral do envolvimento da apoptose neuronal e do estresse oxidativo nas doenças neurodegenerativas mais importantes, focando principalmente em diversos transtornos genéticos, discutindo a interação entre anomalias genéticas primárias e as vias apoptóticas.
Radi et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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