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Patógenos bacterianos do gênero Yersinia causam sepse fatal e gastrite em humanos. A sinalização imunológica inata e a morte celular inflamatória (piroptose, apoptose e necroptose PANoptosis) servem como uma primeira linha de defesa antimicrobiana do hospedeiro. A proteína quinase 1 interagindo com o receptor (RIPK1) é essencial para a piroptose e apoptose induzidas por Yersinia e para uma resposta eficaz do hospedeiro. No entanto, não está claro se o RIPK1 monta um complexo de morte celular multifacetado capaz de regular a piroptose e a apoptose dependentes de caspase ou se existe uma interação com a necroptose nessas condições. Neste estudo, relatamos que Yersinia ativa a PANoptosis, como evidenciado pela ativação coordenada de proteínas envolvidas na PANoptosis. A deleção genética de RIPK1 eliminou a ativação do inflamassoma/piroptose e apoptose induzida por Yersinia, mas aumentou a necroptose. Também descobrimos que Yersinia induziu a montagem de um complexo de PANoptossoma RIPK1 capaz de regular os três ramos da PANoptosis. No geral, nossos resultados demonstram um papel para o PANoptossoma RIPK1 na morte celular inflamatória induzida por Yersinia e na defesa do hospedeiro.
Malireddi et al. (Ter,) estudaram essa questão.