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Praticamente toda discussão sobre secularização afirma que altos níveis de religiosidade nos Estados Unidos o tornam um contraexemplo decisivo à afirmação de que sociedades modernas são propensas à secularização. Focando em tendências em vez de níveis, os autores sustentam que, por duas razões empíricas simples, os Estados Unidos não devem mais ser considerados um contraexemplo. Primeiro, recentemente tornou-se claro que a religiosidade americana vem diminuindo há décadas. Segundo, essa diminuição foi produzida pelos padrões geracionais subjacentes à queda religiosa em outras partes do Ocidente: cada coorte sucessiva é menos religiosa do que a anterior. A América não é uma exceção. Essas descobertas mudam a importância teórica dos Estados Unidos para os debates sobre secularização.
Voas et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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