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Este artigo desenvolve um modelo para analisar a identidade social e o aplica à economia política da redistribuição de renda, focando nas identidades de classe e nacional. O modelo tenta destilar as principais descobertas da psicologia social em uma declaração parcimoniosa sobre o que significa se identificar com um grupo e quais fatores determinam os grupos com os quais as pessoas se identificam. Ele então propõe um conceito de equilíbrio onde tanto as identidades quanto o comportamento são determinados endogenamente. A aplicação deste modelo à redistribuição ajuda a explicar três padrões empíricos nas democracias modernas. Primeiro, a identificação nacional é mais comum entre os pobres do que entre os ricos. Em segundo lugar, a identificação nacional tende a reduzir o apoio à redistribuição. Terceiro, nas democracias há uma forte relação negativa entre a prevalência da identificação nacional e o nível de redistribuição. O modelo ainda aponta a eminência nacional, ameaças nacionais e diversidade dentro da classe baixa como fatores que podem reduzir a redistribuição.
Moses Shayo (Ter,) estudou esta questão.
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